LHGB – Laboratório de Hematologia, Genética e Biologia Computacional

O laboratório de Hematologia, Genética e Biologia Computacional (LHGB) é o mais novo laboratório do Instituto Gonçalo Moniz (IGM), cujas linhas de pesquisa estão voltadas para o estudo de doenças hematológicas, incluindo as relacionadas a patologias hematológicas benignas e malignas, com causa genética ou não, e para o estudo de infeções humanas causadas por retrovírus. Os estudos desenvolvidos no LHGB utilizam tanto ferramentas laboratoriais de Biologia Molecular, Bioquímica e Hematologia, quanto as computacionais, oriundas do uso da bioinformática, com a inclusão das já disponíveis ou a criação de ferramentas novas. Ressaltamos que as atividades do LHGB iniciaram-se no final de maio de 2013.

A Hematologia compreende uma área importante da Medicina, na qual são estudadas as variações fisiológicas e patológicas dos elementos celulares que compõem o tecido sanguíneo, uma vez que estes desempenham funções vitais na manutenção da integridade sistêmica e da homeostasia. Neste contexto, o grupo da pesquisadora Marilda de Souza Gonçalves vem desenvolvendo pesquisas, principalmente, em doença falciforme (DF), que apresenta consequências clínicas graves e morbimortalidade elevada.

O grupo ainda desenvolve estudos relativos a compostos naturais com ação antifalcizante, pesquisas em biomarcadores genéticos na DF, visando à escolha futura de genes alvos que isoladamente ou em decorrência de eventos epistáticos auxiliem em modelos terapêuticos mais eficientes. O grupo também desenvolve pesquisas e atividades na área de educação para profissionais que trabalham com Hematologia e Genética, bem como para as pessoas das comunidades, com a realização de áudios e cursos voltados para esta finalidade. Além disso, o grupo desenvolve pesquisas voltadas para a busca de biomarcadores genéticos em leucopenias, leucemias e aqueles ligados a vias metabólicas de micronutrientes importantes para a saúde materno-fetal.

O grupo do pesquisador Luiz Carlos Júnior Alcântara desenvolve atividades de pesquisas voltadas para estudos virais, em especial ao HIV-1 e ao HTLV-1 dando suporte:

a) Ao monitoramento da infecção do HIV e do HTLV-1 nos estudos sobre polimorfismo viral e do hospedeiro, infecção recente, resistência aos antirretrovirais e transmissão materno-fetal;

b) Aos projetos de desenvolvimento de vacinas anti-HIV-1 e anti-HTLV-1;

c) À elaboração de um algoritmo de resgate terapêutico para subsidiar a terapia antirretroviral a ser estabelecida nos serviços clínicos do SUS;

d) À capacitação de pesquisadores em análise genética e evolutiva de patógenos humanos;

e) À difusão do conhecimento na área de bioinformática, com o estabelecimento de colaborações com grupos de pesquisas nacionais e internacionais.

Uma das linhas de pesquisa do LHGB, denominada Estudos da História Evolutiva do HTLV-1, necessitou da investigação pormenorizada das características genéticas dos indivíduos infectados, tanto no Brasil quanto na África do Sul, e levou a integração entre dos dois grupos de pesquisa do LHGB, uma vez que o grupo coordenado por Marilda Gonçalves desenvolve estudos relacionados aos haplótipos ligados aos genes da globina Beta em indivíduos com DF, permitindo a realização desses estudos nos pacientes infectados pelo HTLV-1, com a introdução de abordagens novas sobre a concepção da história da origem africana da população da Bahia, desde o tráfico de escravos.

Desta forma, os pesquisadores do LHGB possuem parcerias estabelecidas com três países africanos: África do Sul, Benin e Nigéria, sendo que com estes dois últimos, o LHGB coordena ações relacionadas a formação de mestres e doutores em Hematologia na área de doença falciforme.

 

Gestão
Michele paixão dos santos
Taiane ferreira conceição

 

Telefone: +55 (71) 3176-2226
E-mail: lhgb@bahia.fiocruz.br

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LPBI – Laboratório de Patologia e Biointervenção

O Laboratório de Patologia e Biointervenção (LPBI) do Instituto Gonçalo Moniz (IGM) desenvolve pesquisas desde 2003 e é resultado da fusão dos laboratórios de Imunologia Molecular e Celular (LIMC) e Patologia e Biologia Celular (LPBC). O LPBI realiza estudos sobre a leishmaniose visceral e tegumentar, no sentido de contribuir para a produção de uma vacina e de um método imunoterápico (kits diagnósticos) contra a leishmaniose visceral canina e humana, e determinação de fatores que levam à leishmaniose tegumentar. Também é analisada a patologia da miocardiopatia chagásica para permitir a prevenção, interrupção ou minimização do desenvolvimento da doença de Chagas, assim como tenta compreender os fatores de suscetibilidade da tuberculose e da patogênese da hepatite C para prevenção e controle das doenças.

 

Gestão
Patricia ramos reboucas luz
Apoio Técnico-Científico
Girlandia bomfim dos santos mota

 

Telefone: +55 (71) 3176-2290/273
E-mail: lpbi@bahia.fiocruz.br

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LEMB – Laboratório de Epidemiologia Molecular e Bioestatística

O Laboratório de Epidemiologia Molecular e Bioestatística (LEMB) desenvolve pesquisas sobre a epidemiologia de doenças infecciosas e outros agravos de importância para a saúde pública. A sua equipe atua nos programas de pós-graduação do Instituto Gonçalo Moniz (IGM), além de colaborar com os demais laboratórios do centro na elaboração e na condução do plano de análise dos dados de projetos.

 

Gestão
Adriane mirla fontes silva

 

Telefone: + 55(71) 3176-2353
E-mail: lemb@bahia.fiocruz.br

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LAPEX – Laboratório da Patologia Experimental

O Laboratório de Pesquisa Experimental (LAPEX) foi criado com o intuito de dar prosseguimento aos estudos sobre a fibrose hepática, iniciados no Serviço de Patologia do Hospital Universitário Professor Edgard Santos da Universidade Federal da Bahia (HUPES/UFBA) com material da patologia humana. O objetivo do LAPEX é investigar aspectos ligados à patogenia da fibrose hepática nas principais doenças endêmicas brasileiras, com utilização dos recursos da patologia experimental.

Com especial interesse pelas doenças hepáticas o LAPEX, em parceria com o Laboratório de Imunopatologia (LIP), o Laboratório de Patologia e Biologia Molecular (LPBM) e o Departamento de Gastro-Hepatologia da Faculdade de Medicina da UFBA, desenvolve um serviço de referência na Bahia na investigação de enfermidades hepáticas humanas, tais como as hepatites B e C. O laboratório realiza estudos de material de biópsias hepáticas e faz os diagnósticos de casos remetidos por unidades de saúde da Bahia e demais estados do Brasil.

O LAPEX também desenvolve pesquisas com base no estudo da patogenia da fibrose hepática em três modelos:

a) Fibrose hepática de tipo septal (Capillaria hepática);

b) Fibrose hepática causada pelo Schistosoma mansoni;

c) Cirrose hepática pelo tetracloreto de carbono.

 

Gestão
Valdenice de oliveira e silva
Apoio Técnico-Científico
Antonio carlos da silva santos

 

Telefone: +55 (71) 3176-2206
E-mail: lapex@bahia.fiocruz.br

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LACEI – Laboratório de Chagas Experimental

O Laboratório de Chagas Experimental, Autoimunidade e Imunologia Celular (LACEI) possui uma longa trajetória, originada do Laboratório de Patologia, instalado na década de 1960 na então Fundação Gonçalo Moniz. No Laboratório de Patologia, foram realizados os primeiros trabalhos sobre a doença de Chagas experimental com o objetivo de estudar as diferentes cepas do Trypanosoma cruzi, o que originou a proposta de classificação das diferentes cepas do T. cruzi de acordo com os caracteres biológicos e histopatológicos do protozoário em tipos biológicos ou biodemas (Tipos I, II e III).

A proposta de classificação foi publicada pela primeira vez em 1970, na Gazeta Médica da Bahia. Logo depois, o laboratório foi transferido para o Instituto Gonçalo Moniz (IGM), em 1980, sob a chefia da pesquisadora Sônia Andrade. Em 2003, o Laboratório de Chagas amplia o foco de atuação e transforma-se no Laboratório de Chagas Experimental, Autoimunidade e Imunologia Celular.

O LACEI é responsável pelos estudos sobre patologia, imunopatologia e imunologia da doença de Chagas experimental, dos processos de imunoregulação, dos modelos experimentais de doenças autoimunes e em toxoplasmose.

Os objetivos são amplos e possui como temas de estudo:

a) A doença de Chagas experimental: aspectos ligados ao T. cruzi e à resposta parasito-hospedeiro;

b) Os clones das cepas dos diferentes biodemas, com ênfase nos caracteres biológicos, bioquímicos e genéticos e na resposta aos quimioterápicos;

c) Os testes de novas drogas visando o tratamento da infecção com cepas e clones resistentes aos quimioterápicos em uso clínico;

d) Os problemas de imunidade celular, ligados ao T. cruzi e ao Toxoplasma gondi;

e) Os diferentes modelos de imunoregulação e autoimunidade.

Em conjunto, as atividades visam, além da compreensão dos processos patológicos e da resposta aos quimioterápicos, o entendimento da regulação do sistema imune em diferentes condições, como nas infecções e doenças autoimunes. Esta estratégia visa permitir a manipulação seletiva de respostas imunes tanto na sua potencialização como inibição, tornando-se importante para o tratamento com terapias celulares em humanos com diferentes tipos de patologia.

 

Gestão
Dilma pereira de jesus do amparo
Apoio Técnico-Científico
Ariane ramos pimentel
Presciano da silva correia

 

Telefone: +55 (71) 3176-2212
E-mail: lacei@bahia.fiocruz.br

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Saúde Coletiva

A Saúde Coletiva articula-se em um tripé interdisciplinar composto pela Epidemiologia, Administração e Planejamento em Saúde e Ciências Sociais em Saúde, com um enfoque transdisciplinar.

A Fiocruz Bahia possui grupos de pesquisa focados no desenvolvimento de estudos relacionados aos aspectos epidemiológicos das doenças infecciosas, desnutrição e asma, assim como na avaliação do impacto de intervenções, como vacinações, por exemplo, na população em geral.

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