Modelo humanizado e medicina de precisão: explorando o microambiente tumoral para o teste de novos fármacos

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PROBLEMA RESOLVIDO: Animais de laboratório apresentam um sistema imunológico limitado para a investigação do microambiente tumoral, quando comparados aos humanos. Os modelos de camundongos imunodeficientes, como NSG ou NOG, que não possuem macrófagos células B, T ou NK maduras, não são eficientes para estudos de resposta imune, uma vez que não reproduzem adequadamente o sistema imune humano.

VANTAGENS:+ Reprodução do sistema imune humano: Esses modelos permitem a reconstituição funcional do sistema imune humano a partir de células-tronco hematopoéticas, possibilitando estudar respostas imunes em um organismo vivo, o que não é viável em modelos murinos convencionais ou estudos in vitro.

+ Avaliação de terapias imunológicas: este modelo é fundamental para testar imunoterapias, incluindo anticorpos monoclonais, terapias celulares e gênicas (como CAR-T), além de vacinas, permitindo prever eficácia e segurança em um contexto semelhante ao humano.

+ Estudo do microambiente tumoral humano: Permitem investigar as interações entre células tumorais humanas e o sistema imune, incluindo mecanismos de evasão tumoral, inflamação e remodelamento do microambiente, contribuindo para a identificação de novos alvos terapêuticos.

+ Estudos translacionais e redução de falhas clínicas: Aumentam a relevância translacional dos resultados pré-clínicos, reduzindo discrepâncias entre estudos em animais e ensaios clínicos em humanos, o que melhora a previsibilidade da resposta a candidatos a fármacos.


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