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Mobilização pelo Dia Mundial da Tuberculose começa dia 20 de março

“Unidos para o Fim da Tuberculose” é o slogan do Dia Mundial da Tuberculose (24 de março), este ano. Em torno desta data, ações de mobilização, que acontecem de 20 a 30 de março, em Salvador, estão sendo coordenadas pela Fiocruz Bahia. Além de palestras e mesas redondas, diversas atividades serão realizadas nos bairros da cidade. Os interessados em participar das ações devem doar de 1 kg de alimento não perecível ou 1 lata de leite em pó, na ocasião do evento. Os alimentos arrecadados serão encaminhados ao Hospital Especializado Octávio Mangabeira (HEOM) e às Obras Sociais Irmã Dulce, pelo Centro Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa (CEDAP), e repassados aos pacientes com tuberculose e/ou as famílias afetadas pela doença.

A abertura da Mobilização foi realizada hoje (20/3), no HEOM, com um ato interreligioso, apresentação do coral do Lacen e uma mesa de debate que contemplou o tema Nova estratégia pós-2015: é possível o fim da tuberculose na Bahia?, ministrada pelo Dep. Antônio Brito (Frente Parlamentar para o Enfretamento da Tuberculose) e Waldemar Santos Filho/ Ubiraci Matildes (Coordenador de Equidade em Saúde da SESAB).

As ações do programa estão sendo realizadas em conjunto com a Secretaria Estadual de Saúde da Bahia e o Comitê Baiano para o Controle da Tuberculose, em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, Hospitais Irmã Dulce, São Rafael e Octávio Mangabeira; Fundação José Silveira, Universidade Federal da Bahia, Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização, Escola Estadual de Saúde Pública e o Fórum Parlamentar Contra a Tuberculose.

A tuberculose – Embora 43 milhões de vidas tenham sido salvas, no mundo, por meio de diagnóstico e tratamento efetivo entre 2006 e 2015, epidemiologicamente falando, a tuberculose está entre as doenças infecciosas que mais mata no Brasil. A Bahia ocupa o 3º lugar com maior carga da doença no país. No estado, anualmente, são diagnosticados mais de 4.500 de casos novos de tuberculose, destes, apenas 61,8% são curados e o abandono de tratamento chega a 6,1%.

Destaca-se, no entanto, que mais de 400 mortes pela doença ocorram no estado a cada ano, atingindo principalmente as populações em situação de vulnerabilidade social, entre elas, as pessoas residentes nas áreas mais pobres dos municípios, e especialmente as pessoas em situação de rua, os negros, os indígenas, as pessoas vivendo com HIV/Aids, os quilombolas e as pessoas privadas de liberdade.

Clique na imagem e confira a programação das palestras e debates:

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