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A Fiocruz Bahia participou no dia 17 de março, da abertura da Turma Nordeste 2026 do Curso de Especialização em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS – EpiSUS, nível Intermediário. O evento foi realizado no auditório Lúcia Alencar e reuniu autoridades nacionais e internacionais, além de pesquisadores e profissionais da saúde pública.
A cerimônia contou com a presença do diretor da Fiocruz Bahia, Valdeyer Reis, da ministra da Saúde e dos Direitos da Mulher de São Tomé e Príncipe, Isaulina Barreto, da diretora da Fiocruz Brasília, Fabiana Damásio, além do chefe de gabinete da SESAB, Cícero de Andrade Rocha Filho e representando o Ministério da Saúde, Edenilo Baltazar.
Estiveram no evento, também, a pesquisadora Marilda Gonçalves, Camilla Almeida e o coordenador do programa, Ricardo Riccio.
Em sua fala, Valdeyer ressaltou o caráter estratégico do programa para o fortalecimento da vigilância em saúde no país. “A realização da turma do EpiSUS intermediário reflete um apoio conjunto e uma visão compartilhada de que fortalecer a vigilância em saúde passa, necessariamente, pela formação qualificada de profissionais que atuam diretamente nos territórios. O programa de treinamento é uma das estratégias mais importantes para consolidar a capacidade técnica do país, contribuindo não apenas para a vigilância em saúde brasileira, mas também para ampliar a capacidade de resposta a emergências e eventos de saúde em escala internacional”, destacou.
Edenilo destacou a importância de adaptar as estratégias de formação às realidades locais. “A satisfação de estar na Bahia passa por compreender as diversidades regionais. É fundamental considerar o deslocamento das pessoas, os tempos envolvidos e, principalmente, a relação entre tutor e aluno”, afirmou.
O EpiSUS é reconhecido como uma das principais iniciativas de qualificação em epidemiologia aplicada no Brasil, com foco na atuação prática dos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). A nova turma intermediária reforça o compromisso institucional com a formação continuada e com o fortalecimento das ações de vigilância, especialmente em contextos regionais diversos como o da Bahia.
A abertura do programa reafirma a importância da integração entre instituições de pesquisa, gestão pública e cooperação internacional para o enfrentamento de desafios em saúde pública, consolidando o estado como um dos polos estratégicos na formação de profissionais para atuação em emergências epidemiológicas.





