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A Fiocruz Bahia realizou a aula inaugural do semestre 2026.1 de seus cursos de pós-graduação, marcando o início das atividades acadêmicas do período. Ministrada pela pesquisadora da instituição, Camila Indiani, a atividade teve como tema “Avaliação de Permanência dos Cursos de Pós-Graduação: como isso funciona?” e aconteceu no auditório Sonia Andrade, na segunda-feira, 09/03, reunindo estudantes, pesquisadores e colaboradores da instituição.
Participaram do evento a vice-diretora de Ensino e Informação da Fiocruz Bahia e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Patologia Humana (PGPAT), Clarissa Gurgel; a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativa (PgBSMI), Deborah Bittencourt Mothé e a vice-coordenadora do programa, Patrícia Veras; a coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Pesquisa Clínica e Translacional (PgPCT), Maria da Conceição; além da pesquisadora Valéria Borges, integrante da Vice-Diretoria de Ensino e Informação.
Durante a aula inaugural, Camila Indiani, que também atua como coordenadora da área de Ciências Biológicas III (CBIII) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), apresentou o funcionamento da avaliação de permanência realizada pela agência a cada quatro anos. “Ao final deste processo, o programa recebe uma nota que reflete o seu desempenho nos quatro anos anteriores e atesta a qualidade do programa. É essencial que os discentes se sintam parte pertencente e atores deste processo, afinal, o programa é um coletivo de pessoas, incluindo os discentes”, destacou.
Integrante da Vice-Diretoria de Ensino e Informação, Valéria Borges ressaltou que o momento representa uma oportunidade de acolhimento dos estudantes no início do ano letivo, reforçando a importância da participação discente na construção coletiva de programas de pós-graduação de excelência.
Para a coordenadora do PgPCT, Maria da Conceição, a aula inaugural também cumpre o papel de aproximar estudantes, docentes e coordenações dos cursos. “Destacamos também que o principal produto das pós-graduações são os egressos, ou seja, ainda que suas teses e dissertações resultem em artigos publicados ou transformadas em produtos tecnológicos, o mais importante para nós é a qualidade do profissional que estamos formando”, ponderou.
A coordenadora do PgBSMI, Deborah Mothé, destacou a importância de apresentar os processos de avaliação para os estudantes e os impactos positivos de programas de excelência. “Essa experiência pode ajudar a compreensão nos discentes dos níveis de exigência de qualidade que precisamos ter para manter um programa de pós-graduação de excelência”, disse.
A vice-coordenadora do PgBSMI, Patrícia Veras, destacou a relevância de discutir o sistema de avaliação da CAPES no contexto da pós-graduação. Segundo ela, compreender os critérios e indicadores adotados pela agência contribui para fortalecer os programas. “Momentos como este são particularmente importantes para docentes, pesquisadores e estudantes, pois promovem reflexão coletiva sobre a qualidade da pós-graduação e sobre os caminhos para fortalecer nossos programas”, avaliou.
A presidente da Associação de Pós-Graduandos (APG), Esther Caldas, também esteve na aula e considerou o encontro esclarecedor para os estudantes. “A atividade foi de extrema elucidação e reflexão, tanto no que diz respeito aos processos burocráticos e aos parâmetros de qualidade da pós-graduação, quanto ao nosso papel e ao privilégio de estarmos em um instituto com programas de pós-graduação tão renomados”, disse.







Por Dalila Brito | Fotos: Iana Motta

