Seminário em homenagem a Roberto Santos debate a importância dos museus de ciência no Brasil

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Foi realizado no dia 07 de outubro, na Fiocruz Bahia, o Seminário sobre Museus de Ciência no Brasil. Integrando a programação oficial do centenário de nascimento do professor Roberto Figueira Santos, com o tema central “Ciência, Universidade e Saúde Pública no Desenvolvimento da Bahia”, o evento teve como iniciativa reconhecer o legado do pesquisador e promover reflexões sobre a divulgação científica, a educação e a inovação tecnológica no estado.

Fruto de uma parceria entre a Fiocruz Bahia e a Academia de Ciências da Bahia, o encontro debateu as transformações contemporâneas e a função social dos espaços voltados à difusão científica, destacando como tais acervos estimulam a curiosidade, promovem a inclusão e aproximam a sociedade do conhecimento académico.

O evento, que fez parte das ações do Núcleo de Memória da Fiocruz Bahia, compôs uma ampla agenda comemorativa estruturada em parceria com outras instituições acadêmicas e científicas de destaque, como a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Academia de Ciências da Bahia (ACB), a Academia de Letras da Bahia (ALB), a Academia de Medicina da Bahia (AMB), a Academia Baiana de Educação (ABE) e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

Para conduzir as reflexões, a programação reuniu especialistas e gestores de diferentes centros culturais e de memória. A abertura institucional, que teve a moderação de Antonio Brotas, pesquisador da Fiocruz Bahia, contou com a participação de Valdeyer Galvão dos Reis, diretor da Fiocruz Bahia, e de Manoel Barral-Netto, presidente da Academia de Ciências da Bahia.

Na sequência dos debates, a primeira mesa de discussões trouxe importantes contribuições sobre o panorama nacional das instituições museológicas, com a presença de Diego Bevilaqua, diretor do Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus (ICOM Brasil), o diretor Marcus Klein e a museóloga Simone Flores, do Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS (MCT-PUCRS), e Cândida Oliveira, representante do Museu SESI Lab.

A programação seguiu com uma segunda mesa dedicada ao Museu da Vida, aprofundando o debate sobre a aproximação entre a ciência e o grande público. Esta sessão teve como convidados Luís Amorim, diretor do Museu da Vida da Fiocruz, e José Cláudio Alves, museólogo e professor da UFBA. O seminário foi encerrado com um espaço dedicado a perguntas e à participação do público, promovendo uma rica troca de ideias com todos os painelistas presentes.

 

 

Por Alana Santo

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