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LACEI – Laboratório de Chagas Experimental

O Laboratório de Chagas Experimental, Autoimunidade e Imunologia Celular (LACEI) possui uma longa trajetória, originada do Laboratório de Patologia, instalado na década de 1960 na então Fundação Gonçalo Moniz. No Laboratório de Patologia, foram realizados os primeiros trabalhos sobre a doença de Chagas experimental com o objetivo de estudar as diferentes cepas do Trypanosoma cruzi, o que originou a proposta de classificação das diferentes cepas do T. cruzi de acordo com os caracteres biológicos e histopatológicos do protozoário em tipos biológicos ou biodemas (Tipos I, II e III).

A proposta de classificação foi publicada pela primeira vez em 1970, na Gazeta Médica da Bahia. Logo depois, o laboratório foi transferido para o Instituto Gonçalo Moniz (IGM), em 1980, sob a chefia da pesquisadora Sônia Andrade. Em 2003, o Laboratório de Chagas amplia o foco de atuação e transforma-se no Laboratório de Chagas Experimental, Autoimunidade e Imunologia Celular.

O LACEI é responsável pelos estudos sobre patologia, imunopatologia e imunologia da doença de Chagas experimental, dos processos de imunoregulação, dos modelos experimentais de doenças autoimunes e em toxoplasmose.

Os objetivos são amplos e possui como temas de estudo:

a) A doença de Chagas experimental: aspectos ligados ao T. cruzi e à resposta parasito-hospedeiro;

b) Os clones das cepas dos diferentes biodemas, com ênfase nos caracteres biológicos, bioquímicos e genéticos e na resposta aos quimioterápicos;

c) Os testes de novas drogas visando o tratamento da infecção com cepas e clones resistentes aos quimioterápicos em uso clínico;

d) Os problemas de imunidade celular, ligados ao T. cruzi e ao Toxoplasma gondi;

e) Os diferentes modelos de imunoregulação e autoimunidade.

Em conjunto, as atividades visam, além da compreensão dos processos patológicos e da resposta aos quimioterápicos, o entendimento da regulação do sistema imune em diferentes condições, como nas infecções e doenças autoimunes. Esta estratégia visa permitir a manipulação seletiva de respostas imunes tanto na sua potencialização como inibição, tornando-se importante para o tratamento com terapias celulares em humanos com diferentes tipos de patologia.

 

Gestão
Dilma pereira de jesus do amparo
Apoio Técnico-Científico
Ariane ramos pimentel
Presciano da silva correia

 

Telefone: +55 (71) 3176-2212
E-mail: lacei@bahia.fiocruz.br

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